quarta-feira, 24 de agosto de 2011

SEGUNDÃO !


Não importa quantas foram as brigas, as notas vermelhas, os comentários maldosos, ou quantas são as
indiferenças. Aqueles momentos serão inesquecíveis, e agradeço por isso. Agradeço pelas risadas que demos,
pelas encrencas que nos metemos, pelos nomes anotados, pelas danças que fizemos, pelas lágrimas que derramamos juntos. Agradeço pelo que aprendi, e não me refiro a matemática - que na verdade não aprendi nada - mas sim, a como fazer as pazes, como reconhecer amigos verdadeiros, como enfrentar o que for. Também nunca esquecerei características únicas que cada um tem: as danças fora de hora, as 
risadas escandalosas, as patadas que na verdade são bincadeiras, o jeito engraçado de escrever, a falta de vergonha na cara, ou qualquer outra coisa. Os anos vão passar e vamos amadurecer, mas a verdade é que nunca seremos nada além de barulhentos ! EU AMO VOOOCÊS TANTOOO ! s2


sexta-feira, 29 de julho de 2011

A Ascensão de Hitler ao poder

Hitler, em 1921, funda o Partido Operário Nacional-Socialista, que inicialmente desenvolve-se na Baviera. Cria então a organização paramilitar Secções de Assalto (S.A.). O putsch que tenta em Munique (Novembro de 1923) fracassa e leva à proibição do seu partido; confere-lhe no entanto, notoriedade nacional. Preso durante 9 meses, Hitler dita então a Minha Luta (Mein Kampf), escrito biográfico e político, onde desenvolve as ideias fundamentais do nacional-socialismo. Ao mesmo tempo, o número de deputados nacional-socialistas aumenta no Reichstag (Parlamento Alemão), Hitler apresenta-se à eleição presidencial contra o marechal Hindenburg (1932), mas é vencido. É apoiado, no entanto, por 230 deputados nazis eleitos nesse ano, e Hindenburg decide nomeá-lo chanceler, em Janeiro de 1933.

A «ordem nova»

            Num ano, Hitler impõe a ditadura nacional-socialista. A «ordem nova» instaurada na Alemanha assenta no espírito de desforra contra as potências ocidentais, na vontade de conquistar «espaço vital» necessário aos alemães, considerados como uma «raça superior», e no ódio ao marxismo e aos judeus. Hitler consegue chamar todas as classes da sociedade a um consenso nacionalista e chauvinista e obter a colaboração da grande burguesia industrial e financeira, à qual sacrifica as SA, que procuram tirar vantagens dos benefícios do poder e acabam massacradas na «Noite das Facas Longas» (Junho de 1934). Torna-se presidente do Reich, em 1934, assumindo todos os poderes na qualidade de Fuhrer.
  

Uma política de conquistas

            Hitler impõe às potências ocidentais uma série de actos de força, entre as quais a reocupação da Renânia (1936). Estribado na aliança com a Itália, anexa a Áustria, obriga os dirigentes ocidentais a assinar os acordos de Munique (1939) e invade a Polónia desencadeando assim a Segunda Guerra Mundial. Servido a por um estado-maior de bons estrategos, alcança rápidas vitórias contra a Polónia, a Noruega, a França e os Balcãs, e lança as suas tropas contra a URSS (1941). Controla então a maior parte da Europa, onde se organizam os campos de concentração e de extermínio. 
           

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Imigração Japonesa no Brasil

A imigração japonesa no Brasil começou no início do século XX, através de um acordo entre o governo japonês e o brasileiro .Atualmente, o Brasil abriga a maior população japonesa fora do Japão .

Mais qual a necessidade de emigração no Japão ?  
O Japão estava superpovoado no século XIX. O país tinha ficado isolado do Mundo durante os 265 anos do período Edo * ,sem guerras, epidemias trazidas do exterior ou emigração. Com as técnicas agrícolas da época, o Japão produzia apenas o alimento que consumia, sem praticamente formação de estoques para períodos difíceis. Qualquer quebra de safra agrícola causava fome generalizada.

Apesar da reforma agrária, a mecanização da agricultura desempregou milhares de camponeses. Outros milhares de pequenos camponeses ficaram endividados ou perderam suas terras por não poder pagar os altos impostos, que, na era Meiji, passaram a ser cobrados em dinheiro, enquanto antes eram cobrados em espécie.

Os camponeses sem terra foram para as principais cidades, que ficaram saturadas. As oportunidades de emprego tornaram-se cada vez mais raras, formando uma massa de trabalhadores miseráveis.

A política emigratória colocada em prática pelo governo japonês tinha como principal objetivo aliviar as tensões sociais devido à escassez de terras cultiváveis e endividamento dos trabalhadores rurais, permitindo assim a implementação de projetos de modernização.

A partir da década de 1880, o Japão incentivou a emigração de seus habitantes por meio de contratos com outros governos. Somente no Brasil e Estados Unidos se formaram grandes colônias de descendentes de japoneses.

                                                         Cartaz de propaganda da imigração de japoneses para o Brasil.
  



Com a expansão das plantações de café, faltava mão-de-obra na zona rural paulista no final do século XIX e no início do século XX. A economia cafeeira foi o grande motor da economia brasileira desde a segunda metade do século XIX até a década de 1920.


O Kasato Maru é considerado pela historiografia oficial como o primeiro navio a aportar no Brasil com imigrantes japoneses. A viagem de 52 dias começou no porto de Kobe e terminou no Porto de Santos em 18 de Junho de 1908. Vieram 165 famílias (781 pessoas) que foram trabalhar nos cafezais do oeste paulista.



  

 Apenas um jornalista elogiou os imigrantes dizendo que eles eram "limpos", coisa não muito comum entre os europeus naquela época. A revista carioca "O Malho" em sua edição de 5 de dezembro de 1908 publicou uma charge de imigrantes japoneses com a seguinte legenda: "O governo de São Paulo é teimoso. Após o insucesso da primeira imigração japonesa, contratou 3.000 amarelos. Teima pois em dotar o Brasil com uma raça diametralmente oposta à nossa"


Os imigrantes japoneses tiveram muita dificuldade em se adaptar ao Brasil. Idioma, hábitos alimentares, modo de vida e diferenças climáticas acarretaram um forte choque cultural.
A maior parte dos imigrantes japoneses tinha a pretensão de enriquecer no Brasil e retornar para o Japão após poucos anos. Uma parcela considerável nunca aprendeu a falar o idioma português.


O enriquecimento rápido em terras brasileiras era um sonho impossível. Submetido a horas exaustivas de trabalho, o imigrante tinha um salário baixíssimo e o preço da passagem era descontado no salário. Ademais, tudo o que o imigrante consumia deveria ser comprado no armazém do fazendeiro. Em pouco tempo as dívidas se tornavam enormes.



Entretanto, através de um sistema de parceria com fazendeiros locais, muitos japoneses conseguiram economizar e comprar seus primeiros pedaços de terra.


Outro fator que facilitou a permanência definitiva no Brasil foi que os contratos de imigração eram feitos com famílias. Japoneses solteiros não podiam imigrar sozinhos, como foi permitido com outras etnias. O padrão comum foi a imigração de famílias de japoneses com filhos pequenos ou de casais recém-casados.




A partir de 1912, grupos de japoneses passaram a residir na ladeira Conde de Sarzedas em São Paulo.Na década de 1920, a rua Conde de Sarzedas já era conhecida como o local preferido de residência dos japoneses que deixavam o campo. Com o crescimento da comunidade, o entorno do bairro da Liberdade tornou-se então um bairro japonês com lojas e restaurantes típicos.


Ficheiro:Japanese immigrant family in Brazil 01.jpg


Ficheiro:Japanese Immigrants in their own Potato Farm.jpg

O mundo precisa de pessoas assim. Você faria o mesmo ?

O mundo precisa de pessoas assim. Você faria o mesmo ?